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Falta sangue argentino

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Se o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados,
Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), fosse argentino, a história seria completamente diferente.

Feliciano já estaria morto, ou pelo menos, todo quebrado na UTI.

O que falta no brasileiro é  “sangue quente”

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